Homenagem à equipa andrade pelo fabuloso desempenho em terras de Sua Majestade, ao som da mais mítica banda inglesa de sempre, os THE BEATLES! Enjoy lolololol!!!
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
All They Need is 4... Again!
| Reacções: |
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Olha o que aí vem...
Caros Amigos,Em entrevista concedida ontem à RTP N, José Couceiro disse estar pronto para voltar a treinar ou quem sabe até mesmo ser, outra vez, dirigente...
| Reacções: |
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Aviso à Navegação
Ao Nuno Gomes que será titular:
Nuno, cuidado! Estás a jogar em casa do inimigo. Atenta no teu Boletim de Vacinas; é imperioso que esteja em dia. O vasto leque de doenças contagiosas que por esses lados abundam chegam para que a OMS declarasse quarentena perpétua do local. Tenta estar sempre rodeado de jogadores finlandeses, uma vez que estes têm um porte atlético superior ao teu e, seguramente, conseguir-te-ão proteger de possíveis objectos que poderão ser lançados da zona onde se vão sentar a esmagadora maioria dos porcos. Aconselho-te a usares uma máscara, visto que o ambiente putrefacto que vais encontrar nessa estriqueira é propício a náuseas, desmaios e fortes cefaleias que nem a Aspirina resolve... Por isso, boa sorte! Ah, e não te lesiones.
Ao Quim que se sentará no banco:
Recomendo-te os mesmos cuidados que referi ao Nuno Gomes. No entanto, quando te sentares no banco de suplentes e uma vez que esse mesmo é usado pela equipa do putedo, observa atentamente se não se encontram seringas usadas e agulhas em estado de contaminação agravada. No caso de jogares alguns minutinhos pede emprestado um capacete de guerra aos Comandos e um colete à prova de bala aos agentes da autoridade presentes no curral, perdão, no local.Boa sorte!
| Reacções: |
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
?????

| Reacções: |
terça-feira, 13 de novembro de 2007
A palavra mais versátil da língua portuguesa

Por exemplo:
Orientação geográfica: -Vai à merda!
Adjectivo qualificativo: Tu és uma merda!
Momento de cepticismo: Não acredito nesta merda!!!
Desejo de vingança: -Vou fazer-te em merda!!!
Acidente: -Já fizeste merda!
Efeito visual: -Não se vê merda nenhuma !!!
Sensação olfactiva: - Cheira a merda...
Dúvida na despedida: - Por que não vais à merda?
Especulação de conhecimento: -Que merda será isto?
Momento de surpresa: -Merda !?!?!
Sensação degustativa: -Isto sabe a merda!
Desejo de ânimo: -Rápido com essa merda!!!
Situação de desordem: -Isto está uma merda!!!
Rejeição, despeito: -O que é que esse merdas pensa?
Para descobrir o paradeiro de qualquer coisa: -Não sei onde foi parar aquela merda...
Interjeição comum: -Que merda!!!
Crise das 17h30: -Vou-me embora desta merda!!!
Futebol: -Isto parece o Sporting!
lolol =D
| Reacções: |
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
O que têm em comum estes dois homens?!


| Reacções: |
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Quem manda sou Eu...

| Reacções: |
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
O POLVO (17ª Parte)
Continuação“(...) A sala de audiências estava repleta. Nas primeiras filas, os jornalistas disputavam os melhores lugares e as estações de televisão competiam pelos melhores ângulos. O povo comprimia-se nas quatro filas de bancos a si destinadas. Lá fora, nos corredores, lutava-se por uma aproximação à porta da sala de audiências, onde se posicionavam alguns repórteres radiofónicos, todos a entrarem em directo. Uma selva de cabos, dominada pelas copas mais altas dos microfones. «Fantástico», pensou o responsável pelas audiências de um canal televisivo em ascensão meteorológica (apontada assim por ter substituído os velhos apresentadores do tempo pelas melhores pernas da capital e arredores...). O carro celular travou a fundo e logo ali foi rodeado por outra multidão de jornalistas. Um deles era mesmo um conhecido pivot televisivo, que nesse dia trocara o conforto do bar onde costumava «aquecer» para o telejornal pela reportagem em directo e ao vivo. De colete de repórter bem apertado, foi ele quem conseguiu formular a primeira pergunta a José Guimarães: -Considera-se inocente ou culpado? Guimarães reconheceu de imediato o jornalista e até pensou pedir-lhe um autógrafo, mas não teve tempo para mais, pois foi empurrado por dois possantes guardas prisionais para o corredor de acesso à sala de audiências, onde entrou perseguido pelos jornalistas. -Vai fazer-se justiça! -gritava o chefe da equipa de advogados de Guimarães, o conhecido doutor Mário Taipas. Excepcionalmente, aquele era um julgamento com jurados, situação raríssima na história jurídica do País. Os advogados de Guimarães desconfiavam de uma certa conivência dos juízes com a polícia de investigação, pois aqueles eram tempos de limpeza geral das contas da nação, e nos últimos meses tinha ido tudo a eito. Para dar só um exemplo, até o ex-primeiro-ministro tinha passado dois dias na penitenciária geral... Os jurados eram sete e tinham apenas uma coisa em comum: não queriam estar ali. Impedidos de usar telemóvel durante o julgamento, os jurados imaginavam também o quão difícil ia ser viver durante meses numa pensão de duas estrelas sem água corrente nos quartos, que foi o melhor que um Estado depauperado de finanças conseguiu encontrar. José Guimarães exibia outro estado de espírito, ele que logo que entrou na sala deaudiências lançou um olhar sobre os homens e as mulheres que o iam julgar. «São minha gente», pensou, tentando sorrir para as câmaras e lançando um olhar cúmplice à mulher e à filha. Na sala de testemunhas, Reginaldo Teles e Galo da Costa não estavam tão tranquilos. -Reginaldo - disse, baixinho, o chefe -, não te esqueças do combinado... -Sim, chefe, esteja tranquilo, vou negar tudo do princípio ao fim... -Mas não te enerves. O Procurador vai armar-te algumas armadilhas. Faz de conta que não percebes a pergunta e diz «não sei» quando te parecer que te querem entalar. -Sim, chefe, mas e o cheque? -Qual cheque, porra! Não há cheque nenhum. O cheque não é teu, é aqui do presidente do Leça e foi entregue ao Guimarães como um simples empréstimo de capital. E isso, que se saiba, não é crime. -Não, chefe, mas e se o Guimarães abre o livro? -Isso está fora de hipótese. Tinha muito mais a perder do que nós, e ainda a semana passada entreguei dois mil contos à mulher dele... -´Tá bem, chefe, não se preocupe, vai tudo correr pelo melhor, não é, Senhor Manuel Lopez “Rodriguinhos”.
O presidente do Leça não estava tão seguro disso e falou alto de mais para o gosto de GC: -No meio disto tudo, quem se vai lixar ainda vou ser eu. Mas se for assim... -Calma, presidente, não vá mais longe. Você sabe muito bem que isto está controlado -corrigiu, de pronto, GC. -Sim, eu sei, mas um julgamento é sempre um julgamento e já ouvi dizer que o Ministério Público tem um trunfo na manga... -Ter um trunfo, pode ter. Mas não é de certeza o ás de trunfo. Desses eu tenho dois na manga -gabou-se GC, enquanto abria um dos jornais desportivos do dia e se ria com um título. -O fim do Império, dizem estes anormais -comentou. -Mais uma vez vou provar a estes tipos que quem faz as previsões sou eu... A Polícia Judiciária tinha conseguido, após longos meses de investigação, reunir provas suficientes para levar à barra do tribunal não só o árbitro José Guimarães mas também um conhecido presidente que podia arrastar consigo GC e Reginaldo. A acusação teve mesmo a ousadia de nomear estes dois últimos como testemunhas de acusação de Guimarães. A ideia era clara: de uma só cajadada, juntavam-se todos os coelhos na mesma toca. E podia ser que um tiro para o ar conseguisse abater o chefe da corja. O certo é que depois da investida da PJ, Galo da Costa ficou mais frágil. O escândalo tinha sido enorme e já ninguém duvidada da existência de uma poderosa organização que fabricava resultados e distribuía dividendos por muita gente. Para se safar da contenda, GC teve de se apoiar em muita gente. Pedir pareceres jurídicos. Dar a conhecer um pouco da sua vida. Claro que foi ajudado por pessoas importantes e bem colocadas, mas, não obstante tudo terem feito para uma defesa bem alicerçada, foram tomando conta da situação e, em cada passo dado, GC tornava-se mais refém dos amigos que o apoiavam. Os advogados mais directamente ligados a ele, para além dos milhares que foram facturando, passaram a ocupar lugares de relevo em toda a estrutura do nosso futebol, somando vencimentos que fariam inveja a um qualquer ponta-de-lança que semana a semana leva atrás de si muitos milhares de amantes do futebol. Eram verdadeiros artistas na arte do embuste, e a ausência de carácter e de coluna vertebral ainda mais os assemelhava a autênticos répteis (...)”.
Continua
Nota: Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência
| Reacções: |
terça-feira, 6 de novembro de 2007
PENALTY... PALHAÇOS!!!
Anda a manada a UIVAR pela falta que, segundo eles, não existiu e que deu origem ao segundo golo do Benfica e consequente vitória em Paços de Ferreira.
Mas a manada esquece-se que nem só do ar ou –consoante os casos- de merda vive o Homem (homem). Há, e ainda bem, pessoas atentas aos acontecimentos futebolísticos no nosso país. Agora, as mentes porcas e opinadeiras, cheias de correntes de ar naqueles infelizes cérebros vazios de conteúdo válido, (jornaleiros avençados e respectivos vomitadores de opinião televisivos) faz com que este tipo de lances passe em cegueira colectiva.
| Reacções: |
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Ainda o GUARDA ABEL !
| Reacções: |
terça-feira, 30 de outubro de 2007
O BENFICA É NOSSO!!!
Tinha todos os ingredientes para ser uma Assembleia Geral como todas as outras que até aqui têm sido: uma dúzia de cadeiras numa sala para outras tantas pessoas e com os resultados previamente esperados.| Reacções: |
domingo, 28 de outubro de 2007
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
O POLVO (16ª Parte)
Depois de algum tempo sem publicar a história que abala o desporto português, eis de volta mais um episódiozinho desta bela aventura à portuguesa. Aproveitem, pois agora só na próxima sexta-feira, dia 2 de Novembro é que volta a haver... Polvo!”(...) Reginaldo entrou na casa de banho, molhou a cara, penteou-se, esperou pelo café e só depois foi ter com GC. -Então presidente! Quer falar comigo? -Quero. As olheiras de Reginaldo não passaram despercebidas a GC, e este, desconfiado, não resistiu a perguntar: -Foi a algum lado em especial? -Tive de tratar aí de umas coisas. Olhando para a bailarina que se enroscava no pescoço de Galo da Costa, Reginaldo piscou-lhe o olho, enquanto lhe dizia: -Está na hora de te preparares para o show. A mulher entendeu perfeitamente a mensagem e, com um beijo, despediu-se de GC. Este não esteve com mais delongas e atacou no primeiro impulso: -Temos de ter atenção, porque os gajos estão a preparar o ataque final. Ninguém pode cometer erros, e atenção ao George Gomes, porque ele não é muito certo. Temos de ter cuidado com o tipo. -Mas, presidente, agora que estamos no final do campeonato, é quando isto dá mais. Como é que vamos fazer para satisfazer os nossos clientes? -Há que ter muito cuidado e fazer os negócios com mais segurança. Agora só se trabalha com um ou dois clubes, no máximo, o resto já está definido, e não podemos andar a fazer mais promessas. Segundo as informações que tenho, eles estão precisamente à espera do final do campeonato para entrarem em acção, mas ninguém sabe quem é que vai ser incomodado. Penso que ninguém nos vai tocar. Reginaldo ficou um pouco assustado e lembrou-se de George Gomes. Tinha de o avisar, mas deixou essa diligência para o dia seguinte, lamentando-se a GC: -Quem tem a culpa disto tudo são esses filhos da puta dos jornais. Andam para aí a levantar a suspeição e não nos deixam trabalhar à vontade. Se pudesse, matava-os a todos. Nem fodem nem deixam foder. Nessa noite, Reginaldo quase nem dormiu a pensar no que lhe podia acontecer. Depois de Reginaldo ter falado com George Gomes e lhe ter explicado a conversa que tivera com o presidente, avisando-o dos cuidados a ter, numa primeira reacção, este começou a tremer, assustado, mas acalmou-se quando o seu raciocínio o levou a pensar que para tocarem nele tinham de tocar em GC. -O homem tem muita força. Ninguém lhe chega. Nós estamos protegidos. Reginaldo abanou a cabeça, concordando com a sua análise, mas deixou na mesma o aviso: -Temos de ter cuidado. As coisas não estão fáceis. George Gomes tinha compromissos assumidos. Longe iam os dias em que vivia numa ilha, tinha de mijar num penico e, para necessidades mais sólidas, percorrer 50 metros e ficar em fila de espera à porta de uma retrete que servia os restantes 20 inquilinos. Já tinha largado o pesado martelo de bate-chapas, estava habituado a bons apartamentos e a passar férias no estrangeiro em bons hotéis. Necessitava de solidificar a sua pequena fortuna, porque, se a organização se desmoronasse, estes hábitos ficavam seriamente comprometidos. George Gomes não olhava a meios para atingir fins. A vigarice estava-lhe no sangue. O sentido de amizade e reconhecimento, para ele, simplesmente não existiam, e em vez dos cuidados a que fora aconselhado, começou a fazer os seu negócios vigarizando alguns dos seus melhores clientes. A acção de George Gomes chegou ao conhecimento de GC, e este não ficou nada contente com a situação. Mandou chamar Reginaldo e ordenou-lhe o despedimento da criatura: -Não o quero ver mas ao serviço do nosso clube. Esse gajo é um filho da puta de um vigarista. Não conhece ninguém, e é capaz de nos comprometer seriamente. Rua com ele! -Mas presidente... se ele dá com a língua nos dentes? -Fica sem ela! Safa-te da forma que quiseres. Foste tu que o trouxeste, agora arruma tudo com ele. Reginaldo saiu do gabinete de GC sem saber muito bem o que devia fazer, mas duma coisa tinha a certeza: o Gomes era mesmo um indivíduo sem escrúpulos. Logo que o encontrou, fez-lhe saber que o presidente o queria na rua: -Não tiveste juízo, acabou aqui a tua história. George Gomes sorriu com cinismo e disse sem mais delongas: -Vocês não julguem que se livram de mim com tanta facilidade. Se eu cair, vocês caem comigo, principalmente tu Reginaldo. Lembra-te que nos orientámos muitas vezes em negócios que o presidente nem sonhava que se faziam, e se me mandarem embora, chibo-me. Reginaldo ficou assustado e, sabendo que George Gomes era mesmo capaz de cumprir a sua promessa, resolveu dar a volta doutra forma à situação. -Eu vou falar com o presidente novamente, mas tu tens de me prometer que vais cumprir as ordens que te damos e não vais andar para aí a fazer mais merda. Virou-lhe as costas e entrou no seu carro a pensar como é que se poderia livrar daquela encrenca. Só havia realmente uma saída: obrigar o presidente a recuar na sua acção. Naquela mesma noite, encontrou-se com Galo da Costa e pediu-lhe para repensar a sua posição: -Ó presidente, o George está arrependido do que fez. Vamos dar-lhe outra oportunidade... -Nem penses nisso. Esse gajo já fez merda de mais para continuar ao nosso serviço. Ele pode comprometer toda a nossa acção. Rua com ele... Não há contemplações. Reginaldo ficou entalado e sem palavras. Olhou a alcatifa do gabinete de GC, sem saber muito bem o que havia de fazer. Com a biqueira do sapato começou a raspar o desenho que nela estava inserido e resolveu arriscar, quando disse: -Presidente! Se ele for embora, eu também vou. GC saltou da cadeira e não queria acreditar no que estava a ouvir. Sabia que, naquele momento, não podia prescindir dos serviços de Reginaldo e era demasiado perigoso deixá-lo fora da organização. Era a primeira traição do seu dilecto amigo. Do seu confidente. Do homem da sua confiança. Sem saber muito bem o que devia fazer, GC sentiu que estava a ser refém dos monstros que criara e resolveu actuar com mais precaução: -Ele é assim tão teu amigo? Não estás a confiar demasiado num gajo que não vale nada? Reginaldo não respondeu, e GC, passeando-se pelo gabinete, esperou alguns minutos até pronunciar a sua sentença. Sabia que não podia perder autoridade e tinha de arranjar uma solução. -Vou pensar no assunto e depois digo-te alguma coisa. Mas ficas a saber que te vou responsabilizar por toda a merda que esse gajo fizer. Reginaldo saiu do gabinete mais descansado, enquanto GC registava a primeira traição do seu maior amigo. George Gomes aguentou-se no seu primeiro round. Dias depois, a Polícia Judiciária entrava em acção. Os grandes problemas foram esquecidos, porque, tal como tudo tinha começado há vinte anos atrás, o slogan revolucionário continuava a ter a mesma força: «Só unidos venceremos...» (...)”.
Continua...
Nota: Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.
| Reacções: |
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Ainda há muito a fazer...

| Reacções: |



