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domingo, 12 de agosto de 2007

Já Foste Tarde...


Eu sei que vou ser criticado por muitos, mas pouco me importo, pois cada um tem a sua opinião em relação a este indivíduo e eu também não fujo à regra, como tal aqui vai a minha:

Foi para mim o jogador mais regular das últimas temporadas. Em suma, o melhor jogador do Benfica.
Carácter?! O que é isso?! Chegou a Lisboa com ranho no nariz, proveniente de uma terra de pessoas humildes, trabalhadoras e com princípios. No Sporting deram-lhe banho e limparam-lhe o ranho que trazia pendurado. Ensinaram-no a jogar futebol, mas esqueceram-se de lhe transmitir os valores morais com que um homem se rege para o resto da vida: Educação, Honestidade, Reconhecimento, Palavra.
Desde que chegou de Barcelona começou por se “esquecer” do pagamento de um LCD ao respectivo proprietário e teve que ser recordado de forma “diferente” o que fez com que saldasse a dívida de forma imediata. A famosa discussão pela posse da braçadeira de Capitão do Benfica. Barrado à porta da discoteca “Kapital” em véspera de um Sporting-Benfica -na era de Camacho-. A sua relação com os vendedores de automóveis usados, exibindo a excentricidade semana após semana com viaturas... usadas. A birra sobre quem detinha a melhor viatura do balneário encarnado. Segundo sei, haviam de ver a cara deste rapaz quando soube que o grande e nobre Fabrizio Miccoli se apresentou com o seu Lamborghini Gallardo... Ok, é certo que o Bentley e o Lamborghini são viaturas completamente diferentes... A intercepção policial e respectiva coima por falta de seguro automóvel sobre uma viatura importada. “Coima?! O quê?! Mas você não me conhece?! Eu sou o Simão Sabrosa!” “-Ainda por cima... O sr. com a sua posição devia era dar o exemplo.” Retorquiu o agente autuante.
Sempre ele nos flash-interviews com aquele ar de benzoca mal disfarçado e com a boca de lado a falar do género: “Oh Salvador tá a ver?!” típico das famílias cascalenses.
Sempre ele nas conferências de imprensa. Sempre ele a marcar os cantos. Sempre ele a marcar os livres. Sempre ele a marcar os penáltis. Pouca efusividade quando os seus companheiros marcavam golos. Ainda me recordo da birra que este cavalheiro fez depois de marcar o penálti decisivo que deu a vitória e consequente apuramento para a eliminatória seguinte da Taça de Portugal frente ao Nacional na era de Koeman: Correu que nem um desalmado, amuado em direcção ao balneário e só não conseguiu os seus intentos, porque foi “placado” pelo grande e nobre Nuno Gomes e pelo Nélson que ainda assim conseguiram disfarçar a birra do Sr. Simão. E para terminar deixo aqui esta pérola bem fresquinha sobre este “simpático” rapaz de Constantim.